Fecharam as portas!

E semana passada tivemos dois encerramentos.

Um muito triste para a cidade, outro nem tanto.

O mais falado foi o encerramento do famoso Box de Crossfit Fênix que atraía centenas de fiéis, se tornando praticamente um templo de culto ao belo corpo. O Fênix resistiu por meses, poucos sabiam da real situação ainda pouco divulgada. Com maestria e excelente profissionalismo o coach principal atraía os melhores e simpáticos fiéis, no estilo dele. Viu-se nas redes sociais o pesar do fechamento de suas portas. Mas com uma observação. As dores musculares não foram para os outros dois sócios. Somente um era o mais aclamado. O Apollo da resistência conseguiu se manter em sorrisos e alegria até o último suspiro. Levado no colo pelos alunos.

Sabe-se que manter um estabelecimento daquele teria um grande desempenho de simpatia, gratidão, profissionalismo e amigos que cercam amigos. Ser “crossfiteiro” vai muito além que um colega de academia. É estar numa comunidade, quase uma religião. E o coach conseguia muito além disso. Atual profissional premiado e aclamado do esporte ele conseguiu uma legião de fãs. Enquanto os outros sócios, não suspiraram o poder do Fênix. Talvez por falta de aptidão e bossa.

Mas como se sabe Fênix é uma ave fabulosa, única da espécie, que, após viver 300 anos, supostamente, se deixava arder em um braseiro para, em seguida, renascer das próprias cinzas. E no sentido figurado: Pessoa ou algo raro, especial, e superior.

Burburinhos de músculos das gargantas dizem que o espaço já foi sondado por alguns de áreas equivalentes: Até visita misteriosa o Fênix Crossfit teve com algum possível investidor interessado.

O que era Quenzas Hall espaço de festas não retornará ao templo dos Deus Baco. Ainda não se sabe o real destino da área agora já batizada sobre os olhares dos Deuses gregos.

A outro encerramento foi da enfadonha C&C. Uma loja enorme perto do Shopping Plaza. A loja em si tinha preços absurdos: Um vaso de plantas de plástico custava duzentos reais. Um tapete de quinta categoria chegava a quatrocentos. As luminárias possuíam bocais chineses que logo paravam de funcionar ou nem acendiam uma lâmpada sequer (experiência própria deste que lhe escreve). Os funcionários eram até simpatiquinhos… O estacionamento maravilhoso. Um enorme espaço. A C&C em Macaé foi um ato de resistência com seus preços exorbitantes. Na verdade o povo de Macaé, não digo os macaenses, iam a C&C somente para passear. Gastar um sábado tal qual fazem no Shopping Plaza. Este por sinal se não tivesse lojas âncoras já teria virando um autorama sem pilhas.

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