ATÉ QUANDO?

As pessoas que amadurecem mais rápido tendem e ter um senso de ajuda mais ativo.

Quando vemos alguém em dificuldades somos os primeiros a dar a mão, ou ficamos com a situação “martelando” em nossa cabeça por horas e até dias.

A nossa natureza leal nos faz ajudar a pessoa. Seja no emocional, no afetivo e no financeiro.

Mas eu sempre questiono: Até quando?

Aí vem aquela resposta de outros: Você é assim de natureza boa. O que você faz será um dia reconhecido.

Ou em outro exemplo: Faça o bem sem esperar nada em troca. Ótima afirmação.

E quando a gente se dá mal? Quem nos socorre? Quem “chega junto” quando nós não estamos bem em diversos fatores?

Eu acredito que para os outros: Nós estamos sempre bem! Nós não temos problemas!

E quando citamos algo, é passageiro… é uma fase… e assim somos resumidos no pensamento alheio. 

Digo alheio próximo ok? Pois o que importa é sim a aprovação de quem é próximo.

Sempre temos dúvidas e perguntamos: Isso que vou fazer é legal? O que você pensa sobre?

Passamos por momentos de extremas dúvidas que nos deixa com medo de avançar para o próximo “capítulo” da vida.

Nem sempre sair da zona de conforto é legal. 

Essa coisa nova de “saia da zona de conforto” para viver! Cai por água a baixo o antigo ditado: Time que está ganhando não se mexe!

Estamos numa década em que todos queremos paz…

Sair do trabalho, chegar em casa, manter uma organização externa e interna. Poder ter nosso sono em paz.

Porém diversos fatores nos prejudicam. E quando somos prejudicados quem nos dá a mão?

Até quando?

É quando chega a apatia. Não sentimos mais nada. A sensação é anestésica. Sentimos um vazio, procuramos por um porto seguro. Mas navios não foram para ficar em portos. Outra frase que vai por água abaixo. Navios precisam de portos seguros sim. 

Precisam de combustível, de mantimentos! Um navio não navega eternamente sem dar paradas em portos que lhe dão condições de continuar!